novembro 26, 2003

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quem constrói a casa não é quem a ergue mas quem nela mora.

mia couto, in terra sonâmbula

Publicado por lorenafoiembora em 05:47 PM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 23, 2003

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"Nesta breve vida veloz, acompanhado por um estrondo impaciente, descer uma escada? Impossível. O tempo que lhe foi outorgado é tão curto que, caso perca um segundo, já perdeu toda sua vida, pois ela não é mais longa, é sempre apenas tão longa como o tempo que se perdeu. Portanto, se começou um caminho, continue nele: quaisquer que sejam as circunstâncias, só pode ganhar com isso, não corre perigo algum, talvez venha abaixo no final, mas, se logo depois dos primeiros passos houvesse voltado e descido a escada, teria desabado já no começo - não talvez, mas com toda a certeza. Por isso, se não encontrar nada aqui nestes corredores, abra as portas; se não encontrar nada atrás delas, há outros andares, e, se não achar nada lá em cima, não é grave: faça um esforço para subir novas escadas. Enquanto não parar de subir, não param de aumentar sob seus pés os degraus que sobem sempre."

Franz Kafka

Publicado por lorenafoiembora em 05:44 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 22, 2003

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O destino mistura as cartas, nós jogamos.
Arthur Schopenhauer

Publicado por lorenafoiembora em 02:11 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 19, 2003

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Hoje, me emocionei com uma pessoa no meu trabalho.
E percebi q nem sempre as pessoas estão prontas para mudanças em suas vidas, mesmo, quando foram elas quem escolheram...
Foi estranho!

Publicado por lorenafoiembora em 11:58 PM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 18, 2003

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Cuida de mim, meu pobre coração, pois não consigo cuidar mais de você...

Publicado por lorenafoiembora em 02:29 AM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 16, 2003

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Alguém já leu Pollyanna de Eleanor Hodgman Porter?

Publicado por lorenafoiembora em 02:13 AM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 14, 2003

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Nietzsche e as respostas para tudo, perfeito tudo o q sempre leio dele, não sei pq sou teimosa e ás vezes, o deixo de lado...
É isso aí, depois corro que nem louca em busca de suas palavras por todos os livro que tenho dele.

Liberdade proibida. - Não há no mundo amor e bondade bastantes, para que ainda possamos dá-los a seres imaginários.

Publicado por lorenafoiembora em 06:33 AM | Comentários (2) | TrackBack

novembro 11, 2003

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Meu olhinho direito tá chamando o meu esquerdo para dormir...
ZZZZZzzzzzz

Publicado por lorenafoiembora em 12:36 AM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 10, 2003

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A tristeza é um bichinho que parrueta sozinho
E como dói a bandida
Parece rato em queijo parmesão.
Adoniram Barbosa

Publicado por lorenafoiembora em 02:34 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 08, 2003

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(...)

Problemas roubando minhas energias...

Publicado por lorenafoiembora em 01:38 AM | Comentários (0) | TrackBack

novembro 06, 2003

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"A liberdade é uma droga que vicia como qualquer outra"
James Whale , in Deuses e Monstros

Publicado por lorenafoiembora em 01:30 AM | Comentários (2) | TrackBack

novembro 04, 2003

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es.ta.fa
s. f. 1. Ato ou efeito de estafar. 2. Trabalho que causa fadiga. 3. Cansaço, fadiga.

Publicado por lorenafoiembora em 02:21 AM | Comentários (0) | TrackBack

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"Olha a noite como se o dia nela devesse morrer; e a manhã como se tudo nela nascesse.

Que tua visão seja nova a cada novo instante.

O sábio é quem com tudo se espanta.

(...) O menor instante de vida é mais forte que a morte, e a nega. A morte não é senão a permissão de outras vidas para que tudo se renove sem cessar; a fim de que nenhuma forma de vida se detenha mais tempo do que lhe é necessário para se dizer. Feliz o instante em que tua palavra retine. Durante o resto do tempo, escuta; mas, quando falares, não escutes mais."

André Gide, in "Os frutos da terra"

Publicado por lorenafoiembora em 02:19 AM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 02, 2003

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Se tens um coração de ferro, bom proveito!
O meu fizeram de carne e sangra todo dia!
José Saramago

Publicado por lorenafoiembora em 02:07 PM | Comentários (1) | TrackBack

novembro 01, 2003

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"Então voltaste. E eu te disse que além do que tínhamos, não nos restava nada. Disseste depois que o dia inteiro só querias chorar, e que eu aceitasse. Eu disse que achava bonito e difícil ser um tecelão de inventos cotidianos. E acho que não nos dissemos mais nada, e dissemos outra vez tudo aquilo que já havíamos dito e diríamos outras e outras vezes, e de repente percebemos com dureza e alívio que já não era mais o dia de ontem - mas que conseguiríamos sentir que quem não nascer de novo já era no Reino dos Céus. Não sei se não ouviste, mas ele não veio e a noite inteira o telefone permaneceu em silêncio. Foi só hoje de manhã que ele tocou e eu ouvi a tua voz perguntando lenta se eu ia continuar tecendo. Olhei para tua cama vazia, e para os livros sobre o caixote branco, e para as roupas no chão, e para a chuva que continuava caindo além das janelas, e para a pulseira de cobre que meu amigo me deu, e para a ausência do amigo queimando o pulso direito, mas perguntaste novamente se eu estava disposto a continuar tecendo e então eu disse que sim, que estava disposto, que teceria. Que eu teço."
Caio Fernando Abreu, in O Dia de Ontem

Publicado por lorenafoiembora em 10:22 PM | Comentários (0) | TrackBack

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"Não existe o tempo. Existe o passar do tempo"
Millôr Fernandes

Publicado por lorenafoiembora em 08:59 PM | Comentários (0) | TrackBack