março 29, 2005

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Como é frágil o coração humano —
espelhado poço de pensamentos.
Tão profundo e trêmulo instrumento
de vidro, que canta
ou chora.
Sylvia Plath

Publicado por lorenafoiembora em 12:57 PM | Comentários (0) | TrackBack

março 21, 2005

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"Agora,
o remédio é partir discretamente,
sem palavras,
sem lágrimas,
sem gestos.
De que servem lamentos e protestos,
contra o destino?"
Miguel Torga

Publicado por lorenafoiembora em 02:42 AM | Comentários (1) | TrackBack

março 19, 2005

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"Não dá para me enganar e escapar à constatação brutal de que não importa quanto você se mostre entusiasmada, não importa a certeza de que caráter é destino, nada é real, passado ou futuro, quando a gente fica sozinha no quarto com o relógio tiquetaqueando alto no falso brilho ilusório da luz elétrica. E se você não tem passado ou futuro, que no final das contas são os elementos que formam o presente todo, então é bem capaz de descartar a casca vazia do presente e cometer suicídio. Mas a massa fria entranhada em meu crânio raciocina e papagaia, 'Penso, logo existo' (...). Para que serve a boa aparência? Garantir segurança temporária? De que adianta o cérebro? Para dizer apenas 'Eu vivi e compreendi'?"
Sylvia Plath

Publicado por lorenafoiembora em 02:04 AM | Comentários (0)

março 10, 2005

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"Mas não me queixo. O amor que sinto pelos outros quase sempre é suficiente, não precisa nem ter volta."
Caio Fernando Abreu

Publicado por lorenafoiembora em 01:46 AM | Comentários (0)