novembro 29, 2008

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Tudo dorme
Menos teu nome.

Paulo Leminski

Publicado por lorenafoiembora em 05:11 PM | Comentários (511) | TrackBack

novembro 24, 2008

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"Vez por outra ia para a Zona
Sul e ficava olhando as vitrines faiscantes de jóias e
roupas acetinadas - só para se mortificar um pouco.
É que ela sentia falta de encontrar-se consigo mesma e
sofrer um pouco é um encontro."
Clarice Lispector

Publicado por lorenafoiembora em 01:32 AM | Comentários (789) | TrackBack

novembro 19, 2008

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"aqueles que aprendem a lidar com a dor, sabem que depois de um certo ponto, fica mais difícil de ser ferido."
sun tzu

* cedida gentilmente em uma conversinha no msn, pelo rômulo.
gracias.

Publicado por lorenafoiembora em 12:38 AM | Comentários (498) | TrackBack

novembro 18, 2008

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Eu perco o chão
Eu não acho as palavras
Eu ando tão triste
Eu ando pela sala
Eu perco a hora
Eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim...

Eu perco as chaves de casa
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio
Onde será
Que você está agora?

Adriana Calcanhoto

Publicado por lorenafoiembora em 12:27 AM | Comentários (13) | TrackBack

novembro 17, 2008

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“A vida humana – na verdade, toda a vida – é poesia."
Lou Salomé

Publicado por lorenafoiembora em 12:29 AM | Comentários (97) | TrackBack

novembro 16, 2008

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"Nenhum caminho é longo demais quando um amor nos acompanha..."
Camões

Publicado por lorenafoiembora em 04:08 PM | Comentários (27) | TrackBack

novembro 13, 2008

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Extrema, inomeada, toco-me a mim.
Antes, tão memória. E tão jovem agora.
Hilda Hilst

Publicado por lorenafoiembora em 11:04 PM | Comentários (1145) | TrackBack

novembro 06, 2008

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isolation

Publicado por lorenafoiembora em 03:02 AM | Comentários (49) | TrackBack

novembro 02, 2008

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“Pedimos somente um pouco de ordem para nos proteger do caos. Nada é mais doloroso, mais angustiante que um pensamento que escapa a si mesmo, idéias que fogem, que desaparecem apenas esboçadas, já corroídas pelo esquecimento ou precipitadas em outras que também não dominamos. São variabilidades infinitas cuja aparição e desaparição coincidem. São velocidades infinitas, que se confundem com a imobilidade do nada incolor e silencioso que percorrem, sem natureza nem pensamento. É o instante que não sabemos se é longo demais ou curto demais para o tempo. Recebemos chicotadas que latejam como artérias. Perdemos sem cessar nossas idéias. É por isso que queremos tanto agarrarmo-nos a opiniões prontas. Pedimos somente que nossas idéias se encadeiem segundo um mínimo de regras constantes, e a associação de idéias jamais teve outro sentido: fornecer-nos regras protetoras, semelhança, contigüidade, causalidade, que nos permitem colocar um pouco de ordem nas idéias, passar de uma a outra segundo uma ordem do espaço e do tempo, impedindo nossa “fantasia” (o delírio, a loucura) de percorrer o Universo no instante, para engendrar nele cavalos alados e dragões de fogo. (...) Diríamos que a luta contra o caos implica afinidade com o inimigo, porque uma outra luta se desenvolve e toma mais importância, contra a opinião que, no entanto, pretendia nos proteger do próprio caos.”
Gilles Deleuze e Félix Guattari

Publicado por lorenafoiembora em 11:23 PM | Comentários (41) | TrackBack

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Tenho um amor fresco e com gosto de chuva e raios e urgências. Tenho um amor que me veio pronto, assim, água que caiu de repente, nuvem que não passa. me escorrem desejos pelo rosto pelo corpo. Um amor susto. um amor raio trovão fazendo barulho. me bagunça. e chove em mim todos os dias.
Caio Fernando Abreu

Publicado por lorenafoiembora em 03:04 AM | Comentários (4) | TrackBack