eu quero ser aberto por punhais
e escavado no fundo dos meus ossos
quero abrir esta alma que me morde
como se abre uma noz, ver o que encontro
quero saber bem claro isto da vida:
que louco insaciável represento,
de que sede, que febre somos feitos
héctor yánover
Publicado por lorenafoiembora em julho 28, 2007 05:15 AM | TrackBack