"Tão imperfeitas, nossas maneiras
de amar.
Quando alcançaremos
o limite, o ápice
de perfeição,
que é nunca mais morrer,
nunca mais viver
duas vidas em uma,
e só o amor governe
todo além, todo fora de nós mesmos?
O absoluto amor,
revel à condição de carne e alma."
Carlos Drummond de Andrade
aprecio cada verso que colocas neste blog, de fato, poeta deves ser...pois penso que poesia se faz com sensibilidade e não apenas palavras.
Afixado por: álvaro em setembro 9, 2007 01:52 AM