janeiro 15, 2008

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"Deus ergeu-se do meu trabalho de poeta embriagado pelas mãos. E já então era Deus a minha própria morte. Porque o poema devora a mão que o escreve, com monstruoso amor. Que o vento me arraste sobre as constelações azuis, as mais jovens estrelas - a mim, rosa de mim mesmo cravada nos altos labirintos e nos enigmas mortais.."
Herberto Helder

Publicado por lorenafoiembora em janeiro 15, 2008 12:22 AM | TrackBack
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