É só um som, no fim do mundo, vem ate o fim de mim.
Aqui, assim, no fundo de um vulcão.
A voz, carvão, no ar em combustão.
É só um som, a dor de ser alguém, de longe vem.
Maré, trovão, de alem.
Ate aqui, na voz de quem também é só um som.
No meio da multidão.
Arnaldo Antunes
Publicado por lorenafoiembora em junho 10, 2008 03:17 AM | TrackBack